
fOTO: TriStar Pictures
Ação, aventura e um herói destemido cuja silhueta causa arrepios: se você procura um sucesso de bilheteria que combine todos esses elementos, com certeza encontrará na HBO Max: o divertidíssimo A Máscara do Zorro.
Em 1998, um remake da história de aventura chegou aos cinemas, dirigido por Martin Campbell, que oito anos depois também trouxe James Bond para o novo milênio. Com o primeiro de seus dois filmes do Zorro, ele demonstra mais uma vez seu talento para filmes de ação, proporcionando uma jornada eletrizante pelas areias escaldantes do deserto.
A história do filme se passa durante a Guerra da Independência do México, situando-nos no início do século XIX. No entanto, por trás da máscara do Zorro não está Antonio Banderas, mas sim Dom Diego de la Vega, interpretado por Anthony Hopkins.
O honrado californiano defende os pobres e vulneráveis, mas, ao fazê-lo, cria muitos inimigos. Entre eles está o avarento Dom Rafael Montero (Stuart Wilson), que, como governador, só se interessa em enriquecer. Ele não se importa com o bem-estar do povo que representa.
Ao descobrir a verdadeira identidade de Zorro, ele destrói sua família. O herdeiro da máscara negra busca vingança por 20 anos: agora, finalmente vemos Banderas como Alejandro Murrieta, cavalgando por paisagens áridas e sem hesitar em pôr fim ao reinado de terror do vilão.
Campbell é um especialista em reinventar lendas do cinema. Mesmo antes do James Bond de Daniel Craig, ele já havia posicionado Pierce Brosnan como 007 – com um apurado senso da época. Zorro também é modernizado, mas sem esquecer o que tornava o personagem tão fascinante até então.
Na verdade, A Máscara do Zorro contém muito do cinema de aventura tradicional, especialmente em termos dos aspectos técnicos do filme. Estamos numa época em que os efeitos especiais computadorizados ainda não haviam dominado completamente Hollywood, e por isso as sequências de ação do filme ainda são verdadeiramente palpáveis e tangíveis.
Assim como em seus filmes de James Bond, Campbell dirige sequências de ação variadas que inspiram o amor por aventuras exuberantes e destemidas, sem receio dos tons românticos e melancólicos da história. Um ótimo filme para uma noite de domingo.
fonte: Adoro Cinema