13 de junho de 2026
brasil

Crédito: RAFAEL RIBEIRO/CBF

O Brasil iniciará a sua trajetória na Copa do Mundo de 2026 neste sábado, 13, contra o Marrocos. A Canarinho está no Grupo C do torneio, que também conta com Escócia e Haiti.

Caso avance ao mata-mata, a Seleção Brasileira precisará disputar mais cinco partidas para ser campeã. No chaveamento, diferentes países podem aparecer nesse caminho, mas já é possível especular alguns. A final da Copa será no dia 19 de julho, nos Estados Unidos.

Brasil na fase de grupos da Copa: quais os adversários?

A estreia do Brasil na Copa do Canadá, dos Estados Unidos e do México será diante do Marrocos. Os africanos são os adversários mais difíceis do grupo e podem até brigar pela liderança.

A sequência trará o jogo contra o Haiti, adversário mais frágil, no dia 19. Por fim, a Escócia será a rival dos brasileiros no dia 24 deste mês.

16 avos: quem pode aparecer no chaveamento?

Caso o Brasil avance como líder do Grupo C, o país terá pela frente o 2º colocado do Grupo F. Holanda, Japão, Suécia e Tunísia estão na chave – os dois primeiros são mais cotados para a classificação.

Ainda no raciocínio de uma classificação brasileira na liderança, as oitavas poderiam reservar um duelo contra a Noruega de Erling Haaland. O Equador, rival no continente, também pode estar no caminho da Seleção.

Chaveamento das quartas: novo duelo com ingleses

Um país que o Brasil pode enfrentar nas quartas da Copa é a Inglaterra, assim como aconteceu em 2002 – os brasileiros avançaram e foram campeões. A Suécia também tem chances de ser a adversária.

Uma semifinal pode ter um embate contra a Argentina de Lionel Messi ou Portugal de Cristiano Ronaldo. O Brasil de Carlo Ancelotti não teria vida fácil contra as duas, que possivelmente fariam um grande jogo

Final: Brasil campeão da Copa do Mundo?

As mais cotadas para a final no outro lado são Espanha e França, que podem se encontrar na semifinal da chave. Turquia e Marrocos podem chegar longe, mas seriam grandes surpresas se alcançassem a decisão.

fonte: jornal O Povo

 

 

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