
Fotos: Tânia Rego/Agência Brasil
Os trabalhadores brasileiros vivem um dos momentos mais delicados e definitivos. Se por um lado, grande parte da classe trabalhadora defende avanço nos direitos do povo brasileiro no Brasil floresce através da extrema-direita e da maioria dos congressistas um discurso anti-trabalhador que defende o fim da CLT, dos direitos trabalhistas, o fim da previdência e de empresas estatais estratégicas no Brasil.
Na realidade, uma parte fundamental da elite nacional defende o fim dos direitos do trabalhador e da sociedade de forma geral. Para isso, apoia alternativas eleitorais de extrema-direita bolsonarista que tem uma pauta contra o povo pobre, contra os trabalhadores, contra as mulheres, contra as minorias, enfim, contra o conjunto do povo pobre brasileiro.
Neste 1º de maio os trabalhadores brasileiros ocupam ruas e praças com uma pauta cada vez mais robusta, fruto do descaso dos políticos, dos governos e de um país excludente, com uma profunda injustiça social, desigual e violento com o povo.
A pauta gira em torno do fim da escala 6X1, melhores salários, mais investimentos na saúde pública e educação, combate ao feminicídio e a todas as formas de violência; o enfrentamento à pejotização e à precarização; o fortalecimento da negociação coletiva; a garantia do direito de negociação para os servidores públicos; e a regulamentação do trabalho por aplicativos, assegurando direitos e proteção social.
Em várias cidades do Nordeste e do Brasil trabalhadores e trabalhadoras ocupam espaços para fortalecer as pautas debatidos e defendidas por diversas categorias profissionais.