
O Ceará retomou o ritmo de geração de empregos formais em fevereiro de 2026, alcançando um saldo positivo de 4.316 novas vagas com carteira assinada. O resultado é fruto da diferença entre 54.784 admissões e 50.468 desligamentos, conforme dados do Novo Caged.
Com esse desempenho, o estado se consolida entre os principais geradores de emprego no Nordeste, ao lado da Bahia e de Sergipe. No total, o Ceará chegou a 1.462.201 trabalhadores com carteira assinada, indicando crescimento no nível de ocupação formal.
O governador Elmano de Freitas comemorou o resultado e destacou o avanço da economia cearense, ressaltando a atração de empresas e o fortalecimento dos negócios já instalados. Segundo ele, o estado tem ampliado oportunidades e atingido marcos históricos, como o fato de o número de empregos formais superar o de beneficiários do Bolsa Família desde meados de 2025.
“Estamos consolidando o trabalho dos anos anteriores e temos a expectativa de que 2026 seja de bons resultados para a geração de empregos. Neste contexto, destacamos o desempenho da construção civil, como segundo maior gerador de empregos, um setor que conta com apoio de políticas públicas como o Minha Casa, Minha Vida e o Entrada Moradia”, afirmou Vladyson Viana.
O setor de serviços foi o principal responsável pelo desempenho, com a criação de 3.461 vagas, representando cerca de 75% do total. Também tiveram papel relevante a construção civil, com 1.425 novos postos, e a indústria, que gerou 394 empregos.
Na análise regional, a capital Fortaleza lidera a geração de vagas, seguida por Juazeiro do Norte, Caucaia, Eusébio e Sobral, que também apresentaram números expressivos no período.