26 de agosto de 2026
Lucas Ribeiro e Cícero Lucena em montagem sobre a disputa pelo governo da Paraíba

Imagem: Reprodução

Pesquisa Real Time Big Data mostra Lucas Ribeiro à frente na corrida pelo governo da Paraíba, com Cícero Lucena e Efraim Filho na sequência.

O governador Lucas Ribeiro, do PP, aparece com 35% das intenções de voto na disputa pelo governo da Paraíba, seguido por Cícero Lucena, do MDB, com 25%, e Efraim Filho, do PL, com 21%, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada em 24 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, o que coloca a disputa entre os dois adversários de Ribeiro no limite do empate técnico.

O levantamento também simulou segundo turno. Ribeiro registra 42% contra 35% de Lucena e 46% contra 30% de Efraim Filho. Quando o atual governador é retirado do cenário, Lucena aparece com 42%, ante 31% de Efraim. Essas hipóteses não descrevem uma votação real; servem para medir a preferência declarada no período da pesquisa.

Na avaliação de governo, 65% dos entrevistados aprovam a administração de Ribeiro e 30% desaprovam. No indicador de rejeição, que aceita mais de uma resposta, Lucena é citado por 38% dos eleitores como nome em quem não votariam, enquanto Efraim Filho tem 29% e Ribeiro, 28%. Os números ajudam a entender limites e potencial de crescimento das candidaturas.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 19 e 22 de agosto, por entrevistas quantitativas, e está registrada no TSE sob o protocolo PB-07790/2026. Além dos três primeiros, o levantamento incluiu Camilo Duarte, Pedro Coutinho e Yuri Ezequiel. Brancos e nulos somam 9%, e 7% não responderam ou não souberam informar uma preferência.

A aproximação entre Lucena e Efraim no primeiro turno merece atenção porque a margem de erro delimita o que o estudo permite afirmar. A pesquisa não declara quem estará no segundo turno nem qual nome venceria a eleição. Ela oferece cenários que podem ser alterados pelo início do horário eleitoral, por novas alianças, pela campanha de rua e pela escolha de quem ainda não manifestou preferência.

O levantamento separa três dimensões que não são equivalentes: intenção de voto, avaliação administrativa e rejeição. Aprovação de governo pode influenciar a campanha de quem busca manter o cargo, mas não determina sozinha uma escolha eleitoral. Da mesma forma, rejeição alta pode limitar o crescimento, sem substituir o resultado da urna. A cobertura da disputa deve acompanhar os próximos dados com a mesma transparência metodológica, inclusive quando forem divulgados novos recortes regionais e sociais.

Com informações da Exame

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