21 de julho de 2026
05-seguranca-presidenciaveis-illustration
Estrutura eleitoral prevê até 458 servidores, R$ 95 milhões, veículos blindados, sistemas antidrone e planos definidos por risco.

A Polícia Federal estruturou uma operação nacional para proteger candidatos à Presidência nas eleições de 2026. O planejamento pode atender simultaneamente até dez candidaturas e mobilizar até 458 servidores em equipes de proteção, inteligência e logística.

A segurança pode começar depois da homologação em convenção e da solicitação formal da campanha. A adesão não é obrigatória: candidaturas podem recusar o serviço e pedi-lo posteriormente.

Planos mudam conforme o risco

Cada candidatura terá planejamento próprio, atualizado a partir de ameaças, vulnerabilidades, locais de eventos, acessos e deslocamentos. Antes das agendas, equipes reconhecem os espaços e articulam medidas com forças estaduais e municipais.

A estrutura pode incluir veículos blindados, equipamentos antidrone, reconhecimento facial, monitoramento de ameaças digitais e kits antibombas. A PF afirma que os mesmos critérios serão aplicados a todas as candidaturas, embora o efetivo varie conforme a avaliação de risco.

A operação recebeu previsão aproximada de R$ 95 milhões. Uma sala de comando em Brasília acompanhará as equipes em tempo real. Informações sensíveis, como itinerários e classificação individual de risco, permanecerão compartimentadas.

No caso de eventual candidatura do presidente da República, a proteção continuará em modelo conjunto entre o Gabinete de Segurança Institucional e a Polícia Federal. A corporação informa ter preparado mais de 600 profissionais desde 2025 para funções relacionadas à operação.

Com informações da Polícia Federal

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *