7 de março de 2026
zema burro

No caso Gênio é com J mesmo. Ou poderia ser um B de burrice. Ou só má intenção mesmo. Romeu Zema consegue ser um dos mais incompetentes e imbecis governadores dessa sofrível safra de governadores que o Brasil vê agora. Ele disputa com “competência” com Caiado, Tarcísio, Jorginho e Ratinho Jr, o posto de governador que apoia tarifaço contra o Brasil. Todos torcendo contra a economia para prejudicar o governo Lula. Alguns políticos podem até ser incompetentes. Mas o nível de imbecilidade e burrice do governador de MG é de deixar qualquer mineiro envergonhado. Propor romper com o Brics é simplesmente perder o bloco econômico responsável por 42% das exportações de Minas. 

Como bem disse o jornalista Otavio Guedes na GloboNews o Zema conseguiu se superar para as ideias burras para a economia. 

Otavio Guedes escreveu: Romeu Zema teve a brilhante ideia de sugerir a saída do Brasil do Brics para resolver o tarifaço americano. Eu lamento que o governador de Minas tenha estragado o concurso de ideia mais burra para sair dessa crise. Como é que a gente vai brigar com a China na hipótese de agradar o Trump??? Realmente, a proposta mais burra possível. Parabéns, nota dó!

Sobre o Brics e Minas Gerais:

Em 2024, os países integrantes dos Brics — bloco que reúne, além do Brasil, nações como China, Índia, Rússia e África do Sul, além de outros sete novos membros — foram responsáveis por 42% das exportações de Minas Gerais. O grupo importou US$ 17,6 bilhões dos US$ 41,9 bilhões exportados pelo estado no ano passado, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

As críticas ao bloco foram feitas pelo governador Romeu Zema (Novo) ao longo da semana. Na terça-feira (29), em entrevista ao UOL, Zema sugeriu que a adesão brasileira aos Brics estaria relacionada à decisão dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos do Brasil. Ele afirmou que a participação do país no grupo “não agrega nada” e insinuou um desalinhamento cultural e político entre o Brasil e os demais membros.

A China, que lidera as importações de produtos mineiros, adquiriu US$ 15,4 bilhões em 2024, o que equivale a cerca de R$ 85,4 bilhões. O estado também bateu recorde histórico de exportações no ano passado, segundo a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Os principais produtos embarcados foram minério de ferro (29,95%), café (18,7%), soja (6,99%), açúcar (5,67%) e ferroligas (5,4%), que somaram quase US$ 30 bilhões.

Além dos cinco membros fundadores, os Brics passaram a contar com Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.

As declarações de Zema marcaram uma escalada de críticas. Após a entrevista, ele voltou ao tema em evento na Fiemg, na quarta-feira (30), e publicou na quinta (31) um artigo na Folha de S. Paulo defendendo a saída do Brasil do Brics e a entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formada por 36 países, incluindo os Estados Unidos.

Para Zema, o Brics “se transformou em instrumento de política interna disfarçada de política externa” e serve a “líderes autoritários que buscam confrontar o Ocidente, especialmente os EUA”. Segundo ele, o alinhamento brasileiro ao bloco teria contribuído para o agravamento da crise comercial com os norte-americanos.

Texto do DCM