3 de abril de 2025
Fortaleza adere ao programa Ceará Sem Fome e amplia combate à insegurança alimentar

O secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira; a primeira-dama do Estado, Lia de Freitas; o prefeito Evandro Leitão (PT) e a primeira-dama da Capital, Cristiane Leitão, celeberam a entrada de Fortaleza no programa Ceará Sem Fome. Foto: Divulgação/ Governo do Ceará

Entre as ações elencadas pelo Poder Executivo do Município, está o apoio ao funcionamento de equipamentos e projetos sociais voltados à preparação voluntária de refeições de qualidade para a população vulnerável

Nesta segunda-feira (17), a Prefeitura de Fortaleza se tornou pactuante do programa Ceará Sem Fome, durante reunião ocorrida no Palácio da Abolição. O ato, ocorrido durante o encontro de representantes de 77 segmentos variados que fazem parte do pacto, contou com as presenças da primeira-dama e presidente do Comitê Intersetorial do programa, Lia de Freitas; do secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira; do prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT); e da primeira-dama da Capital, Cristiane Leitão.

Entre as ações elencadas pelo Poder Executivo do Município, estão o apoio ao funcionamento de equipamentos e projetos sociais voltados à preparação voluntária de refeições de qualidade para a população vulnerável; a contribuição para a execução das ações previstas no Programa Ceará sem Fome; a participação na implementação de políticas públicas que possibilitem a superação da situação de carência alimentar das famílias mais vulneráveis, entre outros pontos.

“A Prefeitura de Fortaleza hoje aderiu ao Pacto por um Ceará Sem Fome, aqui hoje, no Palácio da Abolição, de uma forma muito importante para que os nossos fortalezenses possam ser acolhidos com as políticas de assistência, de moradia e também políticas de garantia de desenvolvimento econômico e de qualificação, para que a partir daí nós possamos unir as ações de entrega de um prato de comida com as ações estruturantes que o município de Fortaleza possui, por meio do grande potencial de chegar com ações mais focalizadas para essas famílias, que hoje ainda se encontram em insegurança alimentar grave”, destacou a primeira-dama do Estado, Lia de Freitas.

O prefeito Evandro Leitão comentou sobre a Rede de Cozinhas Ceará Sem Fome em Fortaleza.

“Para que possamos avançar, nós temos de fazer escolhas e escolhas que possam fundamentalmente atender às demandas da sociedade. E esse programa Ceará Sem Fome do Governo do Estado do Ceará, uma das primeiras atitudes do governador Elmano, através da primeira-dama Lia de Freitas, demonstra a sua sensibilidade de atender e escutar alguns, que infelizmente, ainda são invisíveis. Aqui em Fortaleza, são 380 cozinhas funcionando, entregando quase 40 mil refeições diariamente”, frisa Evandro Leitão.

A fala do Prefeito foi reforçada pela primeira-dama de Fortaleza.

“A insegurança alimentar é urgente. Então, o nosso governador traz essa sensibilidade junto à nossa primeira-dama do Estado, Lia de Freitas, dando oportunidade aos cearenses se alimentarem diariamente. E não só recebendo o alimento, mas também recebendo a oportunidade de uma vida digna por meio de capacitações, de orientações e de informações”, disse Cristiane Leitão.

O secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, aproveitou para comentar sobre o importante eixo do programa, que visa proporcionar a autonomia financeira às pessoas beneficiadas. Com a chegada de novos pactuantes, especialmente signatários estratégicos como a Prefeitura de Fortaleza, essa frente do programa deverá ser ainda mais fortalecida.

“É um programa muito importante que envolve dezenas de entidades, o setor público, toda a sociedade civil e todos unidos para tentar minimizar essa situação tão grave que é a insegurança alimentar que a gente, infelizmente, ainda tem no nosso estado, no nosso país. Esse programa tem alimentado 130 mil famílias todos os dias. E o Governo do Estado está ampliando para 150 mil famílias. São pessoas que realmente precisam. E agora mais fortalecido ainda, com outros eixos que estão sendo abertos, como o de qualificação para que essas pessoas não só recebam o alimento, mas para que elas possam também receberem qualificação e, posteriormente, possam ingressar no mercado de trabalho, possam ter sua renda e possam melhorar de vida”, concluiu o secretário-chefe da Casa Civil.

Fonte: Opinião CE