A mídia corporativa brasileira faz um trablho muito bem feito quando é para defender contra os interesses brasileiros. Prova disso, é sua defesa da autonomia do Banco Central e dos juros de mais de 13 por cento impedindo crescimento da nossa economia, a defesa das privatizações e fingir horror com a recuperação e acordos de leniência de empresas brasileiras ferradas pela operação Lava Jato.
Lembrar da Lava jato é lembrar que Sergio Moro, Deltan Dallagnol e cia. agiram de forma a perseguir a política, prender Lula para ajudar Bolsonaro e a extrema-dreita e de quebra destruir empresas e empregos.
Saiba mais sobre a mídia e seus ajudantes na luta contra as empresas brasileiras:
A jornalista Miriam Leitão usou sua coluna desta terça-feira, no jornal O Globo, para pressionar contra a ação que tramita no Supremo Tribunal Federal e pode marcar o início da recuperação das empresas brasileiras de engenharia, que foram destruídas pela Lava Jato – uma ação de lawfare implantada durante um estado de exceção, com objetivos de conter o desenvolvimento nacional, promover um choque neoliberal e garantir a volta da direita ao poder. Segundo cálculos do Dieese, a Lava Jato destruiu 4,4 milhões de empregos no Brasil. “Tudo o que não pode acontecer é o governo dar motivos para a confirmação de temores de leniência com a corrupção. Três partidos da base do governo entraram no STF para livrar empresas, que confessaram corrupção, do pagamento das multas ao Estado. O movimento traz ainda uma contradição insanável. A esquerda querendo proteger grandes empresas contra os cofres públicos”, escreve Miriam Leitão, sinalizando que será forte o lobby na mídia contra a recuperação do setor de engenharia nacional. (Brasil 247)
E ela complementa para não deixar dúvidas:
“Estão nesse caso J&F (holding da JBS), Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, UTC. Só a J&F fechou acordo para pagar R$ 10,3 bilhões. Não há razão alguma para que PSOL, PC do B e Solidariedade tentem socorrê-las”, escreve a jornalista, que, na prática, contribui para a paralisia da economia nacional, que não cresce desde o golpe de estado contra a ex-presidente Dilma Rousseff.
A pergunta é: por quais motivos a mídia corporativa é contrária a recuperação dessas grandes empresas brasileiras? Sergio Moro (agora senador) sabemos muito bem os motivos.