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Amarílio Macêdo, Vilmar Ferreira, Ticiana Rolim e outras personalidades lançam manifesto pró-Lula

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Crédito: Renato Pizzutto / Band

Os empresários Amarílio Macêdo, acionista do J. Macêdo; Vilmar Ferreira, fundador da Aço Cearense; Ticiana Rolim, fundadora da Somos Um – Holding Social; Gaída Dias, comunicadora; além do jornalista esportivo Paulo Vinícius Coelho, o PVC, os educadores Carlos Calado, ex-reitor da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE); e a ex-reitora da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Ana Deise Dória, estão entre os signatários de manifesto pela soberania nacional e a democracia, em apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Chamada de Manifesto Pró-Brasil, a iniciativa suprapartidária reúne desde pessoas da esquerda progressista, passa pelo centro até a direita moderada.

O documento se dirige mais especificamente aos eleitores que não votaram nem em Lula nem em Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno ou se abstiveram.

“Você que tem restrições e descontentamentos com Lula: vote pelo País, pelos seus filhos e netos, que vão herdar o que escolhermos no dia 25”, diz o manifesto.

“O Brasil não é quintal de ninguém. Nossa terra, nossa água, nosso petróleo, nossos minerais, nossa mata e nossa urna não têm dono lá de fora”, afirma o documento em outro trecho.

“Soberania, democracia e liberdade são direitos inegociáveis. Nós, brasileiros, jamais negligenciamos dessa defesa. Nenhuma potência estrangeira pode interferir nas nossas decisões, no nosso destino. Por isso, neste momento que estamos vivendo, corremos o risco dessa página ser virada contra os brasileiros. Nós não podemos deixar de ir à urna votar porque esse momento é irreversível. Ou a gente acerta ou o erro durará um tempo indeterminado”, afirma o empresário Amarílio Macêdo, um dos idealizadores do grupo.

“Para que a gente não volte pro mapa da fome, tenha vacina no braço, investimento em ciência e tecnologia. Para que a gente tenha cultura valorizada para curtir as nossas brasilidades, a floresta em pé com os povos indígenas valorizados, a liberdade religiosa e a gente tenha redução de pobreza. E por tudo isso e um tanto mais, por humanidade, eu não esqueci o que aconteceu na pandemia, por humanidade, por democracia, eu apoio o manifesto pro Brasil”, diz Ticiana Rolim.

fonte: jornal O Povo