Raimundo Martins quer levar reivindicações da agricultura familiar para a Câmara dos Deputados

A defesa da agricultura familiar e dos trabalhadores e trabalhadoras do campo está entre os principais eixos da candidatura de Raimundo Martins (PT) a deputado federal pelo Ceará. Agricultor e natural de Tamboril, o candidato apresenta uma trajetória política ligada ao movimento sindical rural e à organização dos agricultores familiares.
Raimundo Martins foi presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (Fetraece), entidade que reúne sindicatos de trabalhadores rurais de todo o Estado. A experiência acumulada à frente da organização é apresentada como uma das bases de sua candidatura à Câmara dos Deputados.
A proposta de levar para Brasília as reivindicações do campo parte da avaliação de que a agricultura familiar tem papel estratégico na produção de alimentos, na geração de renda e na permanência das famílias no meio rural.
Ao longo de sua atuação na Fetraece, Raimundo Martins participou de debates relacionados a políticas agrícolas, assistência técnica, acesso a programas públicos e melhoria das condições de produção.
Entre as pautas associadas à trajetória de Raimundo Martins estão o fortalecimento das políticas públicas voltadas à agricultura familiar, a ampliação da assistência técnica, o acesso ao crédito e a criação de condições para que os agricultores possam produzir e comercializar seus produtos.
Um dos exemplos de políticas defendidas por Raimundo Martins é o Garantia-Safra, programa que oferece proteção aos agricultores familiares em municípios sujeitos à perda de produção em razão de estiagem ou excesso de chuvas. Em 2021, quando presidia a Fetraece, ele destacou a importância do programa para dar maior segurança aos produtores rurais cearenses.
A defesa da agricultura familiar também envolve programas de distribuição de sementes e apoio à produção. Em 2024, durante o lançamento da safra do programa Hora de Plantar, Raimundo Martins destacou a ampliação do programa, que naquele ciclo contava com investimento de R$ 35 milhões e incorporava ações de inovação e suporte aos agricultores.