23 de julho de 2026
Zema defende comprovante impresso como amostra complementar à urna eletrônica

Imagem: Reprodução

Pré-candidato diz confiar no sistema eletrônico e propõe conferência por amostragem com registro em papel lacrado.

O pré-candidato à Presidência Romeu Zema, do Novo, defendeu que uma amostra das urnas eletrônicas produza um comprovante em papel para conferência posterior. Ele afirmou confiar no sistema atual e apresentou o registro impresso como uma camada complementar de auditoria.

Segundo Zema, o papel ficaria lacrado junto ao equipamento e poderia ser comparado com o resultado eletrônico. O eleitor não levaria o comprovante. A proposta foi apresentada a jornalistas após encontro com embaixadores em Brasília.

A declaração ocorreu em meio a uma nova disputa sobre a segurança das urnas. Flávio Bolsonaro associou equipamentos brasileiros à empresa venezuelana Smartmatic ao falar com representantes estrangeiros. O Tribunal Superior Eleitoral já informou que a empresa não fornece urnas ao Brasil.

A discussão sobre impressão do voto exige distinguir mecanismos de auditoria de afirmações sem prova sobre fraude. O sistema brasileiro já usa testes públicos, registros digitais, boletins de urna e fiscalização por entidades credenciadas. Qualquer mudança precisaria passar pelo Congresso e por testes técnicos.

Zema disse ter sido eleito e reeleito pela urna eletrônica e não questionou a validade de seus mandatos. A posição tenta combinar confiança no processo atual com uma proposta adicional de verificação, tema que deve permanecer na agenda eleitoral.

Com informações da Band

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